16 2 / 2012

As crianças doentes

Há um par de dias o meu filho Aleksander apanhou um resfriado pesado, que não lhe deixa dormir, comer, beber nem
respirar com calma. A criança pequena não sabe como cuidar-se, não sabe o que fazer com o nariz e tão resfriado pode
transformar-se na bronquite ou na pneumonia. O resfriado é só a primeira fase da doença. O dia seguinte Antoś
começou a espirrar e após um par de dias apanhou resfriado e Olek começou a tossir e teve febre. Não pensei muito e
chamei o doutor e aceitamos uma visita pela tarde. Pela tarde fui com os filhos ao pediatra porque sem medicamentos
não posso ajudar-lhes. Infelizmente eu também não me sento bem, provavelmente apanhei um resfriado dos meus filhos e
tenho de curar-me. Sento-me fatal, tenho dor de cabeça e não tenho força para nada. Oluś, aparte dum resfriado,
chora todos os dias por causa da dentição e estes gritos são horríveis.

16 2 / 2012

O meu filho pequeno doente de novo

Antes do Natal o tosse do Olek voltou-se mais forte e de novo o filho apanhou um resfriado, que não foi tão
cansativo e pesado, porque podia respirar normalmente. Antoś estava bem, mas estava preocupada com Olek, porque foi
a noite de Natal e o nosso pediatra não apanhava o telefono. Não podia ir ao doutor porque foi demasiado tarde e os
centros médicos foram fechados. Só podia dar-lhe os medicamentos que tomava antes ou chamar á ambulância. Com a
minha primeira criança tinha muitos problemas porque passei quase 1,5 ano nos hospitales. Já tinha sobrevivido muito
e não queria destruir este Natal, porque antes muitas vezes passava-o no hospital. Tenho decidido e ficamos em casa,
e curava Olek segundo os conselhos anteriores do médico. Assim o seu estado melhorou-se. Porém após o Natal foi
pior, a tosse molestava-lhe durante o dia e a noite. Ontem fomos ao doutor que disse que se eu não tiver-lhe dado os
medicamentos, seria muito mau. Não obstante, primeiro só com resfriado e a tosse não muito grave, agora o meu filho
tem a bronquite. Tem prescrito o antibiótico e o xarope contra a tosse que devem ajudar-lhe.

29 1 / 2012

O poder do toque.

Nos primeiros meses da vida um toque afetuoso e delicado da mãe é mais importante para o bebé, através
dele o bebé sente-se querido e seguro. É o toque que ajuda ao bebé construir as relações com as pessoas
mais próximas e conhecer o mundo. Já desde nascimento o toque tem o papel muito importante no
desenvolvimento correcto da criança. Através de tocar, acariciar, o bebé volta-se mais tranquilo,
sente-se seguro e querido. O toque ajuda regular a respiração da criança, melhora a circulação, facilita
a digestão e o metabolismo e também fortalece a imunidade. O toque ajuda ao bebé descobrir o entorno.
Ele investiga cada coisa ao tocá-la ou introduzi-la na boca. Para que o desenvolvimento do bebé seja
saudável, precisa-se duma sorte dos contactos físicos: abraçar, acariciar, beijar, balançar, e também as
brincadeiras com o toque. Sem uma dose das carícias e sem abraçar, até o bebé bem alimentado pode perder
os quilos.

29 1 / 2012

O regresso do inverno.

O inverno regressou… Há neve e é branco em todo o lado. Afortunadamente são só uns quantos
centímetros, não como a última vez quando a neve alcançava os joelhos. Afortunadamente não faz tanto
frio, só um pouco baixo zero. Pode-se suportar, mas é pena que não podemos sair com Antoś fora, para
andar de trenó, seria seguramente mais alegre. Esperamos que vá nevar mais e que, quando Antoś deixar de
estar doente, possamos sair para brincar com neve, construir o boneco, fazer bolas de neve e levar neve
fora do quintal com a pá verde, uma brincadeira preferida do meu filho. Todo isto é para ele uma
diversão fenomenal, mas logo é muito difícil convence-lo para voltar a casa porque para ele o melhor
seria ficar fora. No entanto, agora podemos só sonhar de todas estas coisas, porque ainda estamos a
curar gripe e ficamos em casa, para não contagiar nenhuma pessoa…Hoje esta a nevar muito, esperamos
que continue…

29 1 / 2012

Cuidar das orelhas.

As orelhas são uma parte do corpo muito sensível e delicada, por isso temos de tratá-las com muita
prudência. Para cuidar das orelhas podemos usar uma bola de algodão ou com o botão especial para as
criancinhas. Humedecemo-lo com a água quente e delicadamente lavamos só esta evacuação que encontra-se
ao exterior. Não introduzimos o botão, nem a bola de algodão dentro da parte interior da orelha, porque
podíamos danar o tímpano. Logo, com outro botão humedecido lavamos o pavilhão da orelha e a parte detrás
da orelha. Ao final secamos a orelha delicadamente com a toalha ou a fralda.

29 1 / 2012

Doces ou vitaminas?

Muitas mães permitem seduzir-se pela publicidade na televisão e começam a acreditar que balas ou gomas
com vitaminas são mais saudáveis do que outras. Na realidade os doces com vitaminas é só uma jogada de
marketing que serve ao aumento de vendas…. Pensar “que a criança coma doces, a propósito obterá
vitaminas” pronto acaba por ser desastroso para o apetite do nosso pequenino. Se a criança como
demasiados doces, não quer comer produtos naturais como frutas e legumes que são a principal fonte de
vitaminas, e outros que contem ácidos graxos, carboidratos e pelo menos dezenas de outros componentes
indispensáveis da dieta diária.

29 1 / 2012

Visita ao oculista.

As vezes as crianças precisam da visita ao oculista já quando tem 3-4 anos. Pode parecer que é menos
stressante do que a visita ao dentista. Presumimos que o exame óptico é nada de especial. Mas o clássico
exame do fundo do olho que consiste em aplicar os colírios com atropina que dilatam as pupilas, apesar
de não ser doloroso é desagradável. A visão é prejudicada, o que pode causar ansiedade da criança. Se
for necessário fazer exames para analisar a vista frequentemente, o mais importante é escolher um
gabinete da consulta adequado. Existem consultórios que realizam exames computadorizados profundos: do
fundo do olho, da acuidade visual, tipo do defeito visual, medida da pressão intra-ocular e o teste de
campo de visão. As pupilas não são dilatadas artificialmente e a criança ficará interessada pelo
aparelho do gabinete. Nas lojas de óptica que contam com um oculista, como por exemplo Vision Express, é
possível fazer também este tipo de exame.

Como escolher as armações?
É muito difícil escolher as armações adequadas para as crianças que são sempre ativas, correm, saltam,
caem, etc. Lembremo-nos de que ao princípio não sabem usar os óculos e podem destruí-los rapidamente. Se
repetimos demais “não corras, vai destruir os óculos”, os miúdos não querem usá-los. Portanto temos de
escolher um modelo que não restrinja atividade deles e seja atrativos ao mesmo tempo. Mas não siga a
moda tanto, os óculos deveriam ser bonitos, seguros e confortáveis. Os lentes de vidro riscam-se
facilmente e com cada risca o lente é menos eficaz em correcção da vista. Além disso, o vidro apesar da
sua resistência pode também se partir e assim constitui uma ameaça a saúde da criança. Quanto as
armações, as metálicas ou simples partem-se com facilidade, deformam-se, racham-se, a parte protetora
despega-se o que risca o corpo. Por isso requerem varias reparações.
Mira Flex é uma das empresas que oferece óculos para crianças. Na sua oferta encontram-se por exemplo
armações de várias cores e formas que são elásticos, extensíveis e protegidos com borracha. Podemos
escolher óculos que quanto aos cores e as formas presentam-se bem. Para os pequeninos é melhor evitar
cores escuras, que eles mesmos decidam. Se gostam do cor-de-rosa, porque não? Os cores quentes e alegres
ficam bem para as crianças.

15 11 / 2011

O doutor negligenciou a saúde do meu filho

Há um par dos dias fui para o gabinete privado do doutor que prescreveu-lhe ao meu filho as injecções
intramusculares. Fui com a receita ao meu doutor familiar para ele trocá-la e puser o seu carimbo. Queria
que uma enfermeira do centro medico chegasse a minha casa para dar as injecções ao meu filho.
Lutava por direitos do meu filho e após uma reflexão o doutor concordou e a primeira injecção foi dada no
centro medico. Durante dois dias o doutor chegava e dava as injecções, mas para os dias seguintes mandou
chamar ao serviço da emergência porque o centro medico não funcionava no sábado nem no domingo. Hoje é o
quinto dia das injecções, tenho esperado até o doutor chegar ao meu filho mas em vão.
Foram as 9 de manha e sempre o doutor chegava até esta hora, então preocupada pela situação chamei ao centro
médico. Uma enfermeira disse que não sabia nada e passou a conversa ao gabinete do doutor. Ele ficou muito
surpreendido que tinha mais injecções para dar. Expliquei que havia 7, não 4, deveria dar pelo menos uma
mais para fazer 5 dias.
Ele disse que não ia chegar porque tinham pacientes no centro e as enfermeiras estavam doentes. Com estas
palavras fiz que eu estava a ponto de perder a cabeça, mas o que se pode fazer. Tens o filho doente, então e
o teu problema o que vais fazer com isto. Estive e estou zangada com esta negligência diante a saúde do meu
filho, ainda mais que foi o doutor familiar. Sabia muito bem que tinha o carro avariado e não podia chegar
ao centro médico.
Tive de ir ao outro centro e encontrar uma enfermeira que desse a injecção ao meu filho, porque ainda tossia
e o tratamento incompleto teria como resultado seguintes injecções, porque os outros antibióticos não
funcionavam.